Movimentos marcam ato por ‘Fora Bolsonaro’ para 19 de junho
03/06/2021 12:10 em Cidadania

“Essa luta tem como objetivo o auxílio emergencial de R$ 600, vacina já para toda a população e o mais importante: Fora Bolsonaro”, disse o dirigente do MST, João Paulo Rodrigues

São Paulo –  Movimentos que integram as frentes Povo Sem Medo, Brasil Popular e Coalizão Negra por Direitos anunciaram uma nova data para os próximos atos contra o presidente Jair Bolsonaro. Em reunião nesta quarta-feira (3), foi decidido que as manifestações serão realizadas em 19 de junho, mais uma vez um sábado.

No dia 29 de maio, 200 cidades e 10 países contaram com protestos contra Bolsonaro. Agora, além de ampliar a mobilização nas ruas, os movimentos pretendem também aumentar a ação nos meios digitais. Ontem, durante boa parte do dia a hashtag #19JForaBolsonaro se manteve entre os tópicos mais comentados do Twitter.

“Essa luta tem como objetivo o auxílio emergencial de R$ 600, vacina já para toda a população e o mais importante: Fora Bolsonaro”, 
disse o dirigente do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Paulo Rodrigues.

perfil oficial do PT na rede social também se manifestou sobre o segundo dia de protestos. “E dia 19 de junho vamos voltar às ruas para cobrar seu impeachment. Queremos é o fim desse projeto genocida, que tira a vida de milhares de brasileiros e brasileiras.

Após o panelaço, o ‘Fora Bolsonaro’

O anúncio da nova data de mobilizações aconteceu no mesmo dia em que Jair Bolsonaro foi alvo de panelaço em diversas cidades do país, em pronunciamento em cadeia nacional feito às 20h30.

Em sua fala, Jair Bolsonaro falou de vacinas, pandemia, economia e manteve a linha de seu discurso negacionista contra o isolamento social. “Hoje alcançamos a marca de 100 milhões de doses de vacinas distribuídas a estados e municípios”, afirmou o presidente, em meio ao barulho das panelas, buzinas, gritos de “genocida” e “fora Bolsonaro” em diversos locais.

 
“Hoje foi panelaço. No dia 19 vai ser na rua! #19JForaBolsonaro”, postou o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) Guilherme Boulos.

COMENTÁRIOS
APOIO CULTURAL